Brasil-lenda

Na Idade Média, corria uma lenda oculta sobre a existência de uma terra distante, além do Atlântico, encantada como o Éden descrito na Bíblia, um lugar ‘cheio de bosques e grandes rios recheados de peixes’ – que denominavam Brasil. Ficou a História a missão de revelar essa lenda. Colombo e Cabral descobriram terras distantes, mas em vez do paraíso instalou-se ‘As Veias Abertas da América Latina’.

O historiador inglês Eric Hobsbawn denomina o período entre o início da Primeira Grande Guerra (1914) até pouco depois do fim da segunda Guerra (1947) como o ‘pequeno século 20’, quando o colonialismo europeu desmoronou, iniciou-se a hegemonia americana e,a partir de então, o restante do século 20 foi só seqüência, no Terceiro Mundo vivemos um longo século 18 em que as coisas não mudam. O escritor Luis Fernando Veríssimo anota o Brasil como um ‘eterno século 18’.

O país quer encontrar sua via para o crescimento, mas não consegue sair do século 18. O formato de Capitanias Hereditárias é o que prevalece. Sucedem-se gerações a desfrutar de oligarquias sem o menor sentido de risco. E, agora, essa história culmina numa apropriação de riqueza através de juros.

O Brasil atual consegue ser a-marxista. Enquanto Marx discutiu no século 19 a questão do capital e trabalho, apontando a exploração do homem pelo homem através da mais valia, o Brasil ainda permanece no século 18 e traz a prevalência do não-trabalho. A formação da riqueza através do não-trabalho é o paradigma brasileiro. Antes, através de condes e viscondes, hoje por banqueiros; do latifúndio fomos para o sistema financeiro, mas sempre no século 18.

A história do Brasil não tem sido mais do que represar o século 18. Nunca conseguimos fazer História, apenas assistimos; e por isso somos colonizados. Desta maneira, o século 18 atravessou o século 19 e invadiu o século 20 com todos os seus conceitos e preconceitos intactos. E, assim, neste quadro, prescrevemos sempre uma sociedade baseada numa elite com seu direito divino e exclusivo ao poder. Não conseguimos nos apresentar como transformadores da realidade e nesta falta de um projeto realista, acabamos sempre ficando a acreditar que os sonhos podem subjugar a realidade e transformá-la…

O Brasil sempre foi reconhecido por se dono de uma exuberante natureza. No dia 1º de maio de 1 500, escrevia Pero Vaz de Caminha a Dom Manuel contando da terra que encontrara: ‘Foi o Capitão com alguns de nós por esse arvoredo até um ribeirão grande, e de muita água (…). Ao longo desse caminho, entre esse arvoredo que é tanto e tamanho e tão basto e de tanta qualidade de folhagem que nem se pode calcular’. Neste meio milênio, muitas coisas mudaram. O século 18 parece eterno. Continuamos num país de riqueza natural insuperável, mas que não consegue propor um desenvolvimento sustentável. Hoje, além de árvores e rios, uma nação necessita de cultura. Sem cultura, continuaremos como o país com uma das piores distribuição de renda do mundo. E, se nada for feito, esta Era do Conhecimento chega para ampliar as divisões sociais num país como o Brasil.

O Brasil é aquele país que ainda não deu certo. Estamos numa época em que a pauta das discussões ainda não saiu do binômio trabalho e financiamento. Ora mergulhada em previdência social e aposentadoria, ora em juros e dólar. Ninguém consegue dar a mínima relevância ao conhecimento. Resulta que estamos voltados a uma riqueza que não é dada nem pelo trabalho, nem pelo conhecimento. É uma riqueza toda determinada por uma tríade baseada nas âncoras cambial, fiscal e monetária.

Falta ao Brasil um projeto de nação. A América do Sul é um continente perdido, a História nunca a encontrou, foi sempre uma conseqüência das motivações e interesses de outros países dominantes. Falta criar condições para que a Era do Conhecimento chegue a América Latina. Atualmente são sociedades que exportam matérias-primas, com poucos graus de transformação. Essa é a verdadeira localização do Brasil.

O século 21 volta-se para uma nova História. O seu campo de ação agora é a Era do Conhecimento. Ela é que traz as novas condições climáticas, novas relações a serem estabelecidas; é o vento do conhecimento chegando para soprar o Mundo. Ele se tornou uma força-viva. E o Brasil? Como esse eterno século 18 irá comportar-se nesta Era do Conhecimento?

– O Brasil vai entrar na Era do Conhecimento ou não?- a pergunta que atordoa.

A leitura do atual momento histórico nos desafia. Os militantes de 68 sonharam errado; acharam que bastavam gritos de ordem para mudar a direção da História. E, hoje, ficamos na missão de traçar um programa político-econômico para o Brasil a partir do conhecimento, e faltam bases. Parece que nunca conseguimos discutir direito sobre o significado da formação da riqueza. A grande avenida Brasil parece ter sido sempre uma grande marcha que não leva a lugar algum. Ou segundo Nelson Rodrigues: ‘o brasileiro é igual a cachorro seguindo destacamento militar’.

O Brasil é o local aguardado pela civilização para trazer um ideal, mas não consegue: sua natureza é bela, formidável até, mas de povo disponível. Povo de infância prolongada. Tá na hora de alguma coisa rolar.

– Como tirar o país do século 18?

O bordão poético ‘o Brasil não conhece o Brasil’ é que prossegue. Está sempre a reaparecer para aportar o fato de que os brasileiros conhecem pouco a sua terra. Não conseguem vislumbrar uma antiga lenda celta de que há uma terra mítica além do Atlântico.

No ano de 2006, o Brasil pagou 12 vezes mais em juros do que fez investimentos. No primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os recursos destinados aos credores da dívida pública foram 28 vezes maiores do que os para investimentos. Dados do Banco Central mostram que, entre 2003 e novembro de 2006, o país pagou R$ 577 bi a bancos e investiu só R$ 37 bi.

O país precisa encontrar sua ousadia, parar de perder-se em discussões trabalhistas estéreis e de ser explorado por vis jogos financeiros. Até quando vamos ser aquele país em que o melhor negócio do mundo é um banco brasileiro bem administrado e o segundo melhor negócio do mundo é o mesmo banco mal administrado…

Em seu livro clássico ‘Formação econômica do Brasil’, o economista Celso Furtado indagava: ‘Eu me pergunto, quem manda neste país? Para que se concentram essas taxas de juros de fantasia, que sangram o país? Que deixam tantos a margem do crescimento? É difícil dirigir um país como este’. Por fim, indagava: ‘Por que um país com tanta riqueza, tanta terra, tem esse mundo de gente abandonada, pedindo esmola na rua? Como explicar isto? Isto não é economia, isto tem a ver com a História.

O Brasil guarda a estória de uma mística lenda celta. Também são muitos os prenúncios apontando a região de Brasília como a Nova Jerusalém. Mas, ainda somos um povo fraco. Existe uma travessia para fazermos do século 18 para a Era do Conhecimento que nos desafia. Mas não é fácil sair da Terra dos Papagaios e dos bacharéis. Sair de um destino que é o de pagar os juros de sua dívida.

O país quer crescer, mas está sempre contingenciado a cumprir metas do superávit primário (diferença entre receita e despesa destinada ao pagamento dos juros da dívida). No conjunto dos fundos bloqueados, o bloqueio acaba sempre superando um dinheiro voltado ao desenvolvimento de diferentes setores de Ciência e Tecnologia. Uma situação que obriga o ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, a refletir: ‘Desde que a dívida pública aumentou muito nos anos 90, a área econômica retém recursos de todas as receitas de impostos, taxas e contribuições para pagar os encargos da dívida. Lembro de a que dívida da União passou de 30% para 55% do PIB entre 1994 e 2002. Então, é difícil para a área econômica abrir mão de algumas receitas!’

Bill Gates, da Microsoft, afirma que o insumo fundamental da sociedade de informação são cérebros educados, preparados para pensar em problemas complexos e entregar soluções de boa qualidade e performance. A nação que os apoiar é que levará a copa do mundo da economia do conhecimento para casa e, com ela, os grandes prêmios de trabalho e emprego, geração de renda e riqueza, criação de novos negócios. Em suma, daí é que vão sair os verdadeiros países do futuro. Os outros serão produtores de commodities, ao saber das intempéries, dos mercados, e da incompetência de não haverem de preparado para o futuro.

O país necessita de debater esse novo argumento. A Era do Conhecimento chega trazendo uma anima conhecimentista, mas o Brasil não pode continuar como uma agência para serviços e revendas. Existe um descortino para acontecer.

– O que vai tirar o Brasileirinho da fila de banco?

O desafio está em como o Brasil irá conquistar a sua identificação com o conhecimento. Apesar de sua natureza maravilhosa, muitas das coisas em que vivemos não dependem mais do mundo natural. Enquanto para a Natureza o Brasil é um território esplendoroso, para o Mundo não consegue fazer sua própria História. O nosso povo vive a contradição de estar num país de solo fertilíssimo, mas que não consegue ser promotor de sua própria história.

Está na hora de o Brasil e a América Latina renovarem os seus sonhos. Aqueles despertados na noite do regime militar se foram. Hoje, não podemos continuar na possibilidade de se fazer a revolução reinventando o marxismo. Hoje a construção de um outro mundo passa pelo conhecimento. Os fatos mostram que 1/3 dos recursos gerados no Brasil vai para o pagamento de juros. Essa é a nossa escravidão. Entretanto, além de escravidão financeira, somos escravos de nossa consciência. Ainda não conseguimos levantar um canto. Ainda não entendemos que, nesta Era do Conhecimento, qualquer poema que se produza deve rimar com conhecimento.

O Brasil é um país destinado a essa revolução. É um país que entra num novo panorama social a reduzir sua pobreza e a desejar oferecer oportunidades através do conhecimento. A projeção da Fundação Getúlio Vargas para o período 2010 a 2014, segundo o economista Marcelo Néri, é a de um novo redesenho de classes. Um cenário em que neste período, 14,5 milhões de brasileiros sairão da pobreza (a proporção de pobres do país cairá de 16,02% em 2008 para 7,96 em 2014), a classe D sairá de 24,35% para 18,9% dos habitantes do país, a classe C passará de 49,2% a 56,48% e as classes A e B passarão de 10,48% em 2010 para 15,66% em 2014. Um contingente de novos 36,1 milhões de habitantes passará a integrar as classes A, B, C – o equivalente a meia França. Estamos com uma transformação em curso. Finalmente, o país chega à fase de, após encher a pança, o seu próximo passo será o de encher a mente. Essa nova classe irá procurar sua ascensão via conhecimento.

A China traz um outro exemplo a ser observado. Em estudo realizado pela Thompson Reuters, encomendado pelo ‘Financial Times’, mostra que a China deverá ultrapassar os EUA cientificamente em 2020. Para os analistas três fatores contribuem para o avanço chinês. O primeiro é o grande investimento do governo em pesquisa, em todos os níveis de ensino, do fundamental a pós-graduação. O segundo é o fluxo organizado e direcionado do conhecimento, da ciência básica às aplicações comerciais. Por fim, o relatório ressalta a forma eficiente e flexível com que as autoridades lidam com a ida de cientistas para os Estado Unidos e Europa, fechando acordos para que fossem parte do ano no país e o restante no ocidente (9% dos estudos originários da China têm, pelo menos, um autor dos Estados Unidos).

Marx comentou que esperava que o socialismo fosse implementado em algum país que estivesse participando da revolução industrial, como Inglaterra e Alemanha. Jamais mencionou a atrasada Rússia. Hoje, ao que tudo indica, a causa do conhecimento deveria se manifestar nos EUA. A sua pujante economia do conhecimento deverá ser o laboratório para o seu aparecimento. Pouco se espera que países emergentes, com uma economia baseada em serviços e revendas, venham a produzir tal protagonista da História. Talvez a História nos engane outra vez.

É chegado o momento do Brasil dar o seu passo à frente. Depois da democracia, da grande inflação dos anos 80, da estabilidade monetária através do real nos anos 90, da inclusão de 90 milhões de pessoas na classe C na primeira década deste século, o próximo desafio estará no país implementar sua autonomia científica e tecnológica. O Brasil não ser mais uma economia de juros mas de projetos. Fazer com que a ciência e a tecnologia façam partes dos valores de nossa terra.

Ficamos à espera desse momento revolucionário:

– Onde está a sua causa do conhecimento? – pergunta o século 21 ao século 18 brasileiro.

Necessitamos de trazer o espírito conhecimentista para o Brasil. Sacudir a alma brasileira. Cada povo guarda insuspeitas potencialidades à espera da chegada de um novo tempo. Existe um destino maior reservado ao povo brasileiro do que estar aprisionado a pagamento de juros. O Brasil tem a maior desigualdade social do planeta, junto com a maior taxa de juros, os maiores latifúndios e a menor taxação sobre o ganho de capital.

Não é possível que um país celeiro do mundo, maior fornecedor de commodities, reservas naturais, acaba sendo reduzido a gestão de empréstimos e impostos. Que século 18 é esse?

– Como o Brasil vai pagar sua dívida interna de R$ 1 trilhão?

A começar entendendo que faltam idéias no Brasil, Afonso Arinos já antecipava a crise: ‘os fatos, sem as idéias, não criam realidades, mas sucessivas ilusões, que trazem erros aos atos daí decorrentes. O Brasil de hoje assiste a fatos espantosamente tristes porque não tem idéias’. Entretanto, muitas vezes, nos momentos mais difíceis, quando tudo parece perdido, é que se abre o horizonte para o despertar de um novo argumento. Mas ainda não nasceu o brasileiro que tivesse a sabedoria e a coragem para estirpar esse câncer dos juros….

A revista ‘The Economist’ prevê que o Brasil deverá ser a 5ª potência mundial na próxima década. A lembrar o poeta paulista Cassiano Ricardo (1855-1974): ‘Por se tratar de uma ilha deram-lha o nome de Ilha de Vera Cruz/ Ilha cheia de graça/ Ilha cheia de pássaros/ Ilha cheia de luz. Entretanto, para ir além de seus pássaros e chega a sua luz, essa Ilha vai ter de enfrentar o comércio internacional. O Brasil é berço da agricultura e energia, cresce em produtos naturais, mercado interno mas não consegue lidar com a competividade de produtos manufaturados. Existe a necessitada de um projeto de país que o retira de uma macroeconomia apenas voltada a estabilidade da moeda.

– Como mudar a economia? Como fazer uma ruptura com o modelo atual? Que sociedade nós queremos?

O Brasil precisa encontrar sua utopia cultural. Encontrar um projeto da sociedade a partir da sua própria cultura. Fazer dela o micro a alimentar o macro. A consideração é que entramos numa época em que o conhecimento chega como um novo agente da história e não há mais lugar para terceiro ou quarto mundismos. Ou se participa da geração de conhecimento ou se está fora. Não há mais margem para fantasiosas revoluções e ganhos econômicos sem trabalhar.

A economia do Brasil tem uma agricultura poderosa, uma produção industrial considerável, um sistema financeiro em expansão e um crescimento baseado na demanda interna. Contudo, traz uma economia baseada em juros altos e desligada de sua indústria cultural. O resultado é que não consegue enfrentar o comércio internacional.

Entramos numa época em que o Brasil não é para ser simplesmente olhado por suas desigualdades sociais. Existe um outro tipo de crítica que diz a respeito do tipo de indústria cultural que manifesta. Há um predomínio das artes e humanidades em detrimento das ciências e da engenharia. Um desequilíbrio a afetar o tipo de desenvolvimento cultural do país. Comparativamente, forma-se mais bacharéis em cinema e modistas do que na área das exatas(*).

A maior indicação da inovação está em sua força no comércio internacional. Sendo assim, muitos consideram que antes de tudo a inovação é um ato econômico. Ledo engano. O florescimento da inovação está ligado a uma indústria cultural que valorize o simbólico. Ensejar em seus jovens a proficiência em matemática, em programação de software. Dar-lhes o orgulho de participar dessa fronteira de acontecimentos.

A Era do Conhecimento já se tornou presente, mas o Brasil ainda não se identificou. Não encontrou o seu caminho. A caracterização da inovação como elemento propulsor da sociedade tornou-se fato consumado, mas o país ainda não se pronunciou. O seu discurso ainda está baseado em aproveitar as riquezas do país, em aumenta a sua classe média. O país prospera à força de consumo, não de investimento e inovação. Vivemos de commodities e comércio. Um processo em que compramos coisas manufaturadas que foram pensadas lá longe e que serão brevemente superadas por outras coisas que também não terão sido pensadas aqui.

A sociedade brasileira está diante de uma nova luta. A sua luta não é mais pela direta, pela constituinte, pela revogação de atos autoritários. Foram-se os tempos das diretas já. O momento é o de ser ir adiante. Fazer uma nova História. O Brasil precisa construir um projeto de sociedade a partir de sua própria cultura.

 

__________

(*) O INEP informa que em 2008, o país formou 1.114 físicos, 1972 matemáticos e 2066 modistas. Existem 128 cursos superiores de moda no Brasil. Neste mesmo ano, a PUC-Rio formou 3 físicos, 2 matemáticos e 27 bacharéis em cinema.

O novo passo para a sociedade brasileira é o de uma revolução do conhecimento. Conquistamos a democracia, encaminhamos a chegada dos desfavorecidos a classe média, mas nos falta discutir a respeito de nosso encaminhamento cultural. Dar um sentido a nossa capacidade de criar poemas, teorias e produtos. Produzir uma sustentabilidade cultural capaz de agir em nossa sociedade e meio ambiente. O Brasil precisa suplantar processos culturais estéreis e mergulhar neste fantástico mundo simbólico que o novo milênio presenteia a Humanidade.

O tema inovação deve iniciar a ser tratado pelo tipo de indústria cultural que um país se propõe. A taxa de formação de engenheiros no Brasil é inferior da China, da Índia e da Rússia, países emergentes com os quais devemos nos comparar. Enquanto a China forma 650 mil, a Índia 220 mil a Rússia 190 mil, nós formamos 47 mil. Inferior a Coréia do Sul, que com 50 milhões de habitantes, forma 80 mil engenheiros por ano.

O desafio está em mobilizar a sociedade em relação a esse novo tema. Em vez de luta de classes, da surrada dicotomia pobres e ricos: construir uma nova formulação de desenvolvimento e redução das desigualdades sociais a partir de uma indústria cultural capaz de fazer o homem brasileiro gerar poemas, teorias e produtos capazes de sobreviver num mundo globalizado. Por muito tempo, o Brasil (e a América Latina) ficaram divididos entre a civilização e a barbárie, neste século 21, a questão estará em qual lado do Muro das Prateleiras deverão estar. Se irão se lançar para frente, sempre para frente, se agarrando ao futuro com laços culturais vigorosos ou capitular para serviços e revendas.

A construção de sua soberania nacional estará na sua capacidade de participar da Era do Conhecimento. Sair do regime de serviços e revendas a ser capaz de participar da dinâmica do conhecimento. Gerar poemas, teorias, produtos; riqueza a partir da economia do conhecimento; sociedade do conhecimento com justiça social; desenvolvimento sustentável; religião a unir conhecimento e fé.

 

 

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Sobre Melk

O autor é doutor em física pela Universidade de Oxford e empresário do conhecimento (www.aprendanet.com.br). Como físico, ao estudar que os fundamentos do universo, os quarks, se apresentam em três cores: se converte num fanático torcedor tricolor.
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